O desejo de não ser invisível
Ela estava parada, sentada em uma escada com as mãos sobre os joelhos inertes.
Tinha o coração desesperado, pulsando como o carnaval nas escolas de samba em fevereiro, mas seu corpo não se movia um centímetro sequer.
Era o silêncio lá fora e um turbilhão de melodias diferentes dentro de si.
Por um instante se entristeceu por estar só.
Abriu os olhos, levantou a cabeça e observou o centro da cidade, os carros buzinando, pessoas apressadas pelas ruas, infinitas possibilidades, infinitos recomeços e pontos finais todos os dias em todos os lugares.
Se deu conta de que não era invisível, não era mais uma na multidão, e, para isso, não poderia sê-lo.
Tinha o coração desesperado, pulsando como o carnaval nas escolas de samba em fevereiro, mas seu corpo não se movia um centímetro sequer.
Era o silêncio lá fora e um turbilhão de melodias diferentes dentro de si.
Por um instante se entristeceu por estar só.
Abriu os olhos, levantou a cabeça e observou o centro da cidade, os carros buzinando, pessoas apressadas pelas ruas, infinitas possibilidades, infinitos recomeços e pontos finais todos os dias em todos os lugares.
Se deu conta de que não era invisível, não era mais uma na multidão, e, para isso, não poderia sê-lo.

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