Quebrar a Cabeça? Não!

(E a saga da Equação continua...)

E lá estávamos: eu, a mesa, o computador, um ventilador velho (funcionando, claro) e uma gaveta.
Nunca achei que fosse desejar abri-la novamente.
Se eu mesma já havia me convencido de que não sou exatas, porque tentar resolver aquele problema ?

A folha já estava até amassada, velha, guardada, cheirando a gaveta.
O grande detalhe é que amassei, quase rasguei (atentem-se ao QUASE), mas não joguei fora.
Deveria, com certeza, ter jogado fora. Nesse momento ela já teria sido reciclada e estaria em um caderno qualquer, pronta para receber uma poesia, uma matéria escolar, uma lista da feira de domingo, ou até mesmo, uma lista de pessoas indesejáveis para se excluir de uma vida.

Porque guardei essa bendita folha com esse problema maldito?
Porque fui me lembrar dela agora?
Porque fui me lembrar DELE agora (o problema e não ele, necessariamente)?

Voltei a querer solucionar o insolúvel e me aventurar pelo mundo (chatíssimo, por sinal) da matemática.

Bem, tanta coisa passando dentro de mim, que o melhor a se fazer é dobrar o que restou da folha amassada e guarda-la novamente naquele canto da gaveta.

Adiós, problema insolúvel.

Estou começando a achar que você ainda terá solução...

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